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quinta-feira, 29 de abril de 2010

VELVET UNDERGROUND E ANDY WARHOL FORA DA EXPOSIÇÃO


Foto: Velvet Underground & Nico - Largo Genaral Osório - Estação Pinacoteca - S.Paulo/SP

Construído em 1914 inicialmente abrigava armazéns e escritórios da extinta Estrada de Ferro Sorocabana, no ano de 1938 é concluído os projetos das novas instalações da companhia ferroviária, que foi arquitetado por Ramos de Azevedo.
Em 1939 virou a sede do Departamento Estadual de Ordem e Política e Social do Estado de São Paulo – DEOPS/SP, o local ficou conhecido pelas torturas realizadas no porão do prédio na época da Ditadura, após a extinção do DEOPS em 1983, o local abrigou a Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon) até 1997.
No ano de 1999 o prédio foi tombado e virou Patrimônio Histórico. Desde 2004 após ser reformado o prédio abriga a Estação Pinacoteca que traz o Museu Memorial da Resistência, local dedicado à preservação da memória da resistência e da repressão no Brasil a partir da lembrança daqueles que resistiram as atrocidades cometidas em uma época que acreditavam na liberdade de expressão e na democracia. O espaço tenta tocar na conscientização de nosso passado como também acaba nos questionando de quais são nossas ações hoje, e também abrigando exposições temporárias, como a do artista Andy Warhol - Mr. America que fica até 23 de maio, post já comentado. Aproveitando a exposição, associamos a clássica capa da banda The Velvet Underground.
Formado em 1964 na cidade de New York, por Lou Reed vocais/guitarra, Sterling Morrison guitarra, John Cale baixo, Angus MacAlise bateria e Nico vocais e imposição do Artista Plástico Andy Warhol.
Cansado da arte pop, Warhol resolveu entrar na música e financiou o Velvet, mas impôs a entrada de sua amiga Nico na banda, fato que gerou discordância entre os integrantes.
Em 1967 o Velvet lançou o primeiro álbum “The Velvet Undergroung & Nico” com a clássica capa da banana feita por Warhol, à frente de seu tempo a banda trazia uma sonoridade diferente dos padrões tocados nas rádios da época, com letras sobre drogas, sexo e ocultismo o Velvet não agradou ao grande público.
Com saída de Warhol após o lançamento do álbum de estréia, Nico foi dispensada pela banda. Após mudanças de formações lançaram mais alguns álbuns, mas com a saída de Reed o Velvet acabou perdendo sua essência e não resistiram por muito tempo, encerrando as atividades em 1973.
Devido sua ousadia, o Velvet acabou sendo reconhecido somente após o seu término, virando referência para as gerações de bandas de rock que vieram depois.


Foto: Fila para visitar a exposição Andy Warhol - Mr. America.

Mais imagens acesse nosso Flickr.

THE VELVET UNDERGROUND & NICO com Heroin e a clássica capa de Warhol.

Estação Pinacoteca
Largo General Osório, 66 - Luz - São Paulo/SP
Fone: (11) 3335-4990
Funcionamento: De terça a domingo, das 10h00 às 18h00
www.pinacoteca.org.br

quarta-feira, 28 de abril de 2010

BLONDIE - A LOIRA DO BANHEIRO DA FUN HOUSE


Foto: A Loira do Banheiro - Banheiro Feminino? da Fun House - São Paulo/SP

Esta Lenda Urbana é muito famosa entre os alunos das escolas da cidade de São Paulo.
Diz à lenda que uma garota muito bonita de cabelos loiros, sempre planejava maneiras de matar aula. Uma delas era ficar no banheiro da escola escondida, esperando o tempo passar. No entanto um dia, um acidente terrível aconteceu. A loira escorregou no piso molhado do banheiro e bateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e pouco tempo depois veio a falecer.
No fim de tudo isso, a menina não se conformou com seu fim trágico e prematuro, sua alma não quis descansar em paz e passou a assombrar os banheiros das escolas. Muitos alunos juram ter visto a famosa loira do banheiro e dizem ser uma garota pálida loira e com algodão no nariz para evitar que o sangue escorra.
Outras versões dizem que a garota foi estuprada e assassinada dentro do banheiro de um bar ou que tenha cometido suicídio dentro do vestiário feminino de uma escola.
Nossa versão da Lenda Urbana Loira do Banheiro Rock Art City é Deborah Harry.
Dentro do banheiro da Fun House, casa noturna localizada na região da Consolação associamos essa lenda à banda Blondie.
Formado em 1974 na cidade de New York, por Deborah Harry vocais, Chris Stein guitarra, Gary Valentine baixo, James Destri teclados e Clement Burke bateria.
Inicialmente tocando pelos bares de NY, conseguiram rapidamente seu espaço no cenário e lançaram 1976 seu primeiro álbum “Blondie” trazendo uma sonoridade eclética que marcou a carreira da banda, flertando com o punk que acontecia em NY, new wave, pop romântico e outras coisas mais que fizeram do Blondie uma banda não rotulada, apesar de muitos dizerem que o Blondie foi o precursor do New Wave.
Com suas melodias pop e o carisma de Deborah, a banda ganhou a Europa e os Estados Unidos lançando uma seqüência de álbuns e imortalizou a música “Call me” que faz parte da trilha do filme “Gigolô Americano”.
O Blondie foi febre entre os jovens no início da década de 80, o visual e sua mistura sonora marcou época e foi influência para uma geração de mulheres no rock.
Com os integrantes começando a fazer trabalhos paralelos, o Blondie encerrou sua atividades em 1982.
Voltando em 1999 com o hit “Maria” do álbum “No Exit”, com o nome em evidência novamente, a banda lançou um álbum ao vivo e fez uma turnê pelo mundo aproveitando o revival das bandas dos anos 70/80.

Foto: A Loira do Banheiro - Banheiro Masculino? da Fun House - São Paulo/SP

Veja mais imagens da intervenção no Flickr.

BLONDIE com Call Me




BLONDIE com Maria



Filme
Informações Técnicas
Título no Brasil: Gigolô Americano
Título Original: American Gigolo
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 117 minutos
Ano de Lançamento: 1980
Direção: Paul Schrader

FunHouse
Rua Bela Cintra, 567 Consolação
São Paulo - SP
www.funhouse.com.br

sábado, 17 de abril de 2010

FAITH NO MORE NA RUA MARIA ANTÔNIA

Foto: Palhaço Sem Fé - Intervenção Urbana - Universidade Mackenzie na Rua Maria Antônia

Em 1968 na Rua Maria Antônia, região da Consolação na cidade de São Paulo ocorreu um confronto entre estudantes universitários, que ficou conhecido como “A Batalha da Maria Antônia”. Hoje em dia quem passa pela Rua Maria Antônia e repara os estudantes matando aula, ocupando as calçadas com as cadeiras de plástico dos bares e preocupados apenas com a temperatura da cerveja, não imaginam que nessa rua divergências de opiniões políticas ocasionaram um confronto entre estudantes.
Em plena Ditadura Militar, estudantes do Mackenzie que formavam o grupo de direita como CCC (Comando de Caça aos Comunistas), FAC (Frente Anticomunista) e MAC (Movimento Anticomunista), ambos apoiavam a ditadura e odiavam os estudantes de Filosofia da USP que eram do grupo de esquerda e socialistas assumidos.
A Batalha começou com insultos, xingamentos e guerra de ovos. Aos poucos o confronto passou a ter paus e pedras, e a polícia foi chamada para acalmar os ânimos dos estudantes.
O dia seguinte explodiu uma verdadeira Batalha campal, com rojões, coquetéis molotov e ácido sulfúrico como armas. Com os prédios das duas universidades em chamas e o confronto cada vez pior, aconteceu à morte de um estudante que fora atingido por uma bala na cabeça.
O fato fez os estudantes da USP abandonarem a Batalha e organizaram uma passeata pelas ruas de São Paulo, a Força Pública ocupou a Rua Maria Antônia e as Universidades com cerca de 300 soldados, cavalaria e tanques de guerra.
Essa Batalha contou com cerca de 6000 estudantes e marcou a cidade de São Paulo.
Utilizamos nessa Intervenção Urbana o Pôster do show da turnê Second Coming da nossa BANDA DA SEMANA, o FAITH NO MORE.O vermelho do poster, associamos ao Socialismo defendido pelos estudantes da USP na época e por ser a cor tradicional do Mackenzie e o fato de estarmos SEM FÉ(traduzindo ao nosso contexto FAITH NO MORE) com relação aos nossos estudantes voltarem a ser politizados e informados como os de outrora.
O FAITH NO MORE, realizou em 2009 uma turnê marcando seu retorno aos palcos e convidou vários artistas gráficos como: Zoltron, Marq Spusta e Dale Flattum para confeccionar os posters promocionais dos shows na Europa. O escolhido pelo Rock Art City foi o de Jeff LaChance que criou o poster do show da banda em Atenas na Grécia.
Trabalhando há 20 anos como ilustrador e designer gráfico. O americano LaChance criou Silksreened Posters para várias Bandas de Rock, grandes gravadoras e selos independentes.
Algumas de suas obras saíram nos livros: “Panda Meat”, “The Art of Modern Rock” e “Gigaposters – Rock Show Art of the 21st Century”.


Foto: Universidade Presbiteriana Mackenzie na Rua Maria Antônia



Foto: Antigo Prédio de Filosofia da USP na Rua Maria Antônia


Foto: Palhaço Sem Fé - Intervenção Urbana - Universidade Mackenzie na Rua Maria Antônia

Mais imagens acesse nosso Flickr.

LIVROS INDICADOS

Livro: Maria Antônia – A História de uma Guerra
Autor: Gilberto Amêndola
Editora: Letras do Brasil
Páginas: 204

Livro: Panda Meat
Autor: Franz Kozik
Editora: Last Gasp
Páginas: 112

Livro: Art of Modern Rock: The Explotion Pôster
Autor: Paul Grushkin e Dennis King
Editora: Chronicle
Páginas: 490

Livro: Giga Posters – Rock Show Art of the 21st Century
Autor: Clay Hayes
Editora: Chronicle
Páginas: 208

segunda-feira, 12 de abril de 2010

CRACOLÂNDIA MUDOU DE LUGAR


Foto: Usuários de crack sobre o Minhocão, próximo ao Arouche.

SUJEIRA SOB O TAPETE



A Prefeitura do Município de São Paulo vem a anos tentando solucionar o problema da Cracolândia na região Luz. Com o projeto de revitalização da região, que tem como objetivo trazer novamente o desenvolvimento cultural, econômico e social. Com uma ação conjunta junto às autoridades, o primeiro passo foi a expulsão dos traficantes e os usuários de crack da região.
Mas a ação teve um efeito não esperado pela Prefeitura, mas avisado por profissionais e organizações do centro que o problema continuaria.
A remoção do problema foi feito no melhor estilo “sujeira sob o tapete”, o que era para ser limpo, foi escondido em outro lugar. A Cracolândia que ficava na região da Luz, agora está espalhada nas regiões da República, Vila Buarque, Arouche, Santa Cecília e sob o viaduto Costa e Silva “Minhocão” que corta essas regiões.
Esse problema é tratado como uma questão de segurança pública, mas na verdade deve ser encarado como um problema de saúde. Os roubos e furtos acontecidos na região em sua maioria são realizados por viciados na droga, mais que combater o tráfico é necessário oferecer tratamento aos usuários e a Sociedade lembrar dos excluídos, que hoje tem apenas a companhia do Diabo no formato de "Pedra Amarela".


Intervenção Urbana: "Companhia do Diabo" - Sob Minhocão - Av. Amaral Gurgel x Rua Marquês de Itú.



Intervenção Urbana: "Viciado" - Sob Minhocão - Largo do Arouche x Rua Jaguaribe.


Mais imagens da Intervenção Urbana, acesse nosso Flickr.


Viciados sob o Minhocão

Video Exodus 3.5 - Versão com Legenda - produzido por Douglas Nascimento

domingo, 11 de abril de 2010

THE CRAMPS NA SANTA CASA


Intervenção Urbana: "Enfermeira Insana" - The Cramps - Santa Casa

A Santa Casa de Misericórdia da Cidade São Paulo é a instituição hospitalar mais antiga em atividade da cidade.
Inicialmente ficou instalada no Pátio do Colégio passando depois pelos Largos da Glória e Misericórdia.
Em 1884 começou a funcionar na Vila Buarque região da Consolação, mantendo-se até hoje no local.

Situada na Rua Dr. Cesário Mota Júnior no n◦112, o complexo hospitalar com dois mil leitos funciona numa das mais belas construções da cidade, arquitetura em estilo gótico e com jardins harmoniosos faz da Santa Casa um ponto turístico.
Essa região é raro ainda encontrar construções antigas, devido ao crescimento da cidade e as especulações imobiliárias que ocorreram na região durante as décadas 60 e 70.
O número grande de enfermeiras que transitam pelas redondezas da Santa Casa fez o projeto ROCK ART CITY associar o pôster da Banda The Cramps. Tudo começou no início dos anos 70, quando o jovem Erick Purkhiser dirigindo seu carro numa estrada de Sacramento, parou o veículo para dar carona a uma garota, seu nome Kristy Wallace.

Foi amor à primeira vista, fãs de Alice Cooper e Garage Rock foram estudar arte no Sacramento City College, em pouco tempo estavam morando juntos.
Com uma parceria musical afiada e idéias para formar uma banda, adotam nomes artísticos, Erick tornou-se “Lux Interior” e Kristy “Poison Ivy” e foram para New York em 1975 arriscar na vida artística.
Erick agora “Lux” enquanto trabalhava numa loja de discos, conheceu Greg Beckerlerg, vindo de Detroit e também querendo formar uma banda, então Greg virou o insano guitarrista “Bryan Gregory” para finalizar convocaram Miriam Linna para bateria e formaram o grupo.
The Cramps foi uma banda de Garage Rock misturado com Rockabilly, traziam letras inspiradas em filmes Lado B de Terror, um visual fetichista e apresentações teatrais nos shows, fizeram da banda um ícone do circuito underground de NY.
São considerados os criadores do estilo Psychobilly, a banda sofreu várias mudanças de formação durante sua trajetória, mas o casal (Lux e Poison) sempre unidos, jamais abandonaram o barco.
Infelizmente no dia 4 de Fevereiro de 2009, Erick Purkhiser morreu com 62 anos decorrente de problemas cardíacos, fato que encerrou a banda, mas imortalizou Lux Interior e os Cramps.
THE CRAMPS com Like a Bad Girl Should

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sábado, 10 de abril de 2010

STICKER ART


A STICKER ART é uma Intervenção Urbana considerada uma vertente da arte pós-moderna, onde consiste na aplicação de adesivos em qualquer local acessivo, trazendo críticas políticas e sociais ou simplesmente a arte interagindo com as ruas.
Com o crescimento da Arte de Rua nos anos 90, a falta de espaços para as manifestações artísticas e a perseguição das autoridades aos artistas urbanos, fez o Sticker ganhar espaço.
Com o risco muito menor de apreensão dos materiais, rapidez na aplicação e o baixo custo, essa vertente vem crescendo e aumentando os números de adeptos, facilmente ao andar pelas ruas das grandes metrópoles nos deparamos com esses adesivos.

Em Fevereiro de 2008, foi lançado o livro “PEEL - The Art of The Sticker”, esse livro traz entrevistas, artigos e stickers dos principais artistas do estilo lançados pela revista PEEL, pioneira no assunto STICKER ART.
A PEEL foi criada por Dave e Holly Combs, vindos de Indiana para ajudar nos esforços de recuperação de New York após os atentados de 11 de Setembro.
Os Combs durante as horas de folga em NY, passeavam pelos arredores da cidade e ficaram impressionados com a diversidade e riqueza dos adesivos espalhados por Manhattan.
Inspirados por essa arte de rua, criaram a PEEL. Começou no formato zine em páginas preto e branco passando para o formato revista com ótima qualidade gráfica e sendo distribuída internacionalmente.

PEEL – The Art of The Sticker
Autores: Dave and Holly Combs
Data de Lançamento: Fevereiro 2008
Páginas: 160 páginas
Editora: MPB

sexta-feira, 2 de abril de 2010

MUDHONEY - PRAÇA ROOSEVELT


Inaugurada em 25 de janeiro de 1970, aniversário de 416 anos da cidade de São Paulo, pelo então presidente Médici. Considerada um “Mostrengo Arquitetônico”, devido à falta de verde e o excesso de cinza com suas colunas, escadas e becos.
Localizada entre as ruas Consolação e Augusta, área central da cidade. Cercada por bares, teatros e a decadente casa noturna Kilt e o seu famoso castelinho.
Leva o nome do ex-presidente americano Franklin Delano Roosevelt, considerado um dos maiores líderes da história. Conhecido por suas iniciais FDR, o mesmo não estaria satisfeito com as condições da praça que o homenageiam. As famosas iniciais FDR devido ao descaso público viraram:
F – fedida D – destruída R – rachada
Completamente destruída, hoje é abrigo de pombos, ratos e mosquitos. Utilizada como “banheiro público” improvisado, abrigo para moradores de rua e usuários de drogas. A sujeira e o mau cheiro são predominantes no local e o excesso de água parada dá vida à proliferação dos mosquitos.

O local sujo, úmido e tedioso foi a escolha certa para o poster do Mudhoney.
A imagem escolhida para essa intervenção foi a capa do EP lançado pela Sub Pop Records em 1989 que traz a música “ Touch Me I’m Sick” considerada a primeira canção Grunge pelos críticos e que definiu o gênero.
Formado em 1988 na cidade de Seattle por ex integrantes do Green River, não explodiram no mainstream como outras bandas da cena, mas sua importância para o surgimento do movimento é incontestável.
A banda tocará na Virada Cultural Paulista no fim de maio com entrada franca, evento promovido pelo Governo de São Paulo, os locais ainda não foram confirmados.

MUDHONEY COM TOUCH ME I'M SICK



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quinta-feira, 1 de abril de 2010

AGORA É PRA VALER!


Após alguns meses de atraso, o projeto Rock Art City entrou em ação. Apesar de ser o dia da mentira, agora é pra valer. Com o propósito de trazer informações misturadas com intervenções artísticas, manteremos nosso blog atualizado diariamente com o melhor conteúdo de rock e arte, interagindo com o pulsar da cidade.
Nessa estréia, usamos o poster "Blue Hand" a mão do artista que grita pela cidade. Essa arte está exposta na última coluna sob o Elevado Costa e Silva vulgo Minhocão, no sentido Zona Oeste para Zona Leste, precisamente na Rua Amaral Gurgel próximo a Rua da Consolação na Cidade de S.Paulo.

  ©Template by Dicas Blogger.

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